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Bruno Cabrero nas batidas, no improviso e nas rimas!

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Olá, pessoal! Quanto tempo, não?

Hoje o Criatividade Comum vem apresentar para vocês um guerreiro na batalha do Rap, que como outros, batalha diariamente em prol do movimento. Ele é Bruno Cabrero, produtor musical e MC. Cabrero, mora em São Paulo e há muito tempo vem trabalhando com o Rap. Inclusive, muitos de seus trabalhos são feitos em parceria com o MC Arnaldo Tifu.

Vamos conhecer um pouco de sua trajetória e curtir uma interessante entrevista exclusiva para o blog Criatividade Comum!


Tifu - Pra Cascá (com participação de Bruno Cabrero)


TRAJETÓRIA

Quando comecei, não foi muito diferente de outros. Meu pai gostava muito dos ditos “balanços” dos anos 80 pra 90, e ele sempre comprava coletâneas. Um dia ele chegou com um CD diferente dos outro (um álbum) e resolvi escutar. E la estava ele, o R.A.P pesado e sujo, o nome do álbum, "The Score" (Fugees),  e tenho até hoje esse álbum. Escutei até furar (risos). Na sequência minha irmã comprou o "Sobrevivendo no Inferno" (Racionais MC’s). Virei fã assíduo do gênero.

Alguns anos depois, em meados de 2002 ou 2003, vi minha primeira seção de Freestyle, e desde o inicio tive curiosidade, como criança que está aprendendo a andar, comecei a arriscar minhas primeiras rimas. Em 2005 um amigo me apresentou o Fruity Loops (FL Studio) e me passou os princípios básicos do programa. Mesmo sem manjar muito de tempo musical, como o mais usado no R.A.P,  o  4 por 4, eu comecei a arriscar minhas primeiras produções. Foi quando um amigo chamado Luiz, apelidado de "Cabeça", me levou em um Home Estúdio, e foi onde eu conheci o “monstrão” dos toca discos, Cassio e o Dj Jarry. Gravei minha primeira Track com a produção do Jarry.

O Jarry me ensinou muita coisa sobre musica, e consequentemente conheci o Dj Zulu, Erik Jay e Dj Rm. Os fodas! (risos). Do Home Estúdio do Jarry, parti de mala e cuia para PDD, onde tive oportunidade de participar de dois CD’s: "Um Cara de Sorte" do MC Enésimo e "A Rima Não Para", de Arnaldo Tifu. O número da faixa eu não me lembro, mas o nome da musica "A Força Das Palavras". Hoje confesso que tremi com o convite. Mas deu tudo certo. No CD, "A Rima Não Para", de Arnaldo Tifu, participei da faixa "Celebração" e produzi a faixa "Leva", que se tornou um vídeo clipe.

Junto com Arnaldo Tifu, Dj Jamal e Dj Lord fui produtor e Mestre de Cerimônias de uma festa durante 2 anos chamada "DOCE DOCE" em São Bernardo do Campo, onde levamos vários nomes de peso do cenário atual no gênero R.A.P,  tais como: Kamau, Rincon Sapiência, Rashid, Projota, Ogi, Rapadura, Filip Neo, Carlus Avonts (Nubio), Stefanie Roberta (Mulher MC), Arnaldo Tifu entre outros. Creio que esses foram os mais importantes até aqui.

Um tempo depois, senti a necessidade de seguir meu caminho, e parti da PDD. A partir daí, dei muito mais atenção a produção musical no gênero R.A.P. Fui campeão como produtor de um projeto chamado Batendo na Lata, que tem a interação de MC com Produtores. Fiz e ainda faço vários trabalhos com MC Arnaldo Tifu, Carlus Avonts (Nubio), Stefanie Roberta (Mulher MC). Stefanie, que é minha eterna namorada, mãe do meu filho e acompanhou toda essa trajetória me apoiando e incentivando.

Esse ano, o Mista Wood lançou um single com um instrumental de minha autoria e ainda tem vários outros com vários outros nomes que estão surgindo nessa nova geração... Prefiro não falar os nomes, pois quero que vejam, escutem e pesquisem... (risos)

A Rima Nunca Para Com Arnaldo Tifu

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Hoje o Criatividade Comum tem a honra de lhes apresentar o MC: Arnaldo Tifu.

Há alguns dias já vinhamos ouvindo suas músicas, por indicação de um amigo, e na primeira faixa já percebemos que se tratava de um excelente material, e sem perder tempo já entramos em contato com ele, que demonstrou muito carisma e prontidão conosco.

O Rapper, que tem parceria com DJ Jamal Vira-lata (toca discos), mora em Santo André e tem 27 anos, e já trilha este caminho há muitos anos. Tifu já teve músicas com participações de vários MCs, como Emicida e Carlus Avonts. O Criatividade Comum fez uma entrevista e também ouviu em primeira mão o seu novo single chamado Deixa, que inclusive está sendo lançado hoje, juntamente com um vídeo. A entrevista rolou tarde da noite e fluiu harmoniosamente bem. Tifu, partilhou com a gente um pouco de suas rimas, inclusive compôs uma no instante em que conversávamos, especialmente para à nossa resposta. Ele nos mostrou porque chegou onde chegou, com humildade, talento e muita energia positiva. 




Segue ai a entrevista:

[Criatividade Comum]: Há quanto tempo você se dedica à música?
[Tifu]: Desde os meus 12 anos de idade. Já faz 15 anos.

Letras irônicas, instrumentos, cultura e muitas listras

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Olá, pessoal!
Hoje o Criatividade Comum apresenta a banda mariliense, Zababô Zebrinha, que nós já tivemos a oportunidade de assistir alguns de seus shows, com apreço. Gabriel Coiso e Caio Kage formam uma dupla, descontraída e dona de um humor ímpar, com letras com temas ordinários (no bom sentido da palavra) e caturras peculiares, fazendo assim, com que tenham uma presença única no palco. A banda também faz um som instrumental notável e empolgante, que faz com que a letra e a música se casem de maneira incomum e tomem conta do lugar. Além de seus shows, a banda também oferece o Pacote Zebrinha; um projeto de artes integradas muito interessante que vocês entenderão se continuarem lendo.


Bom, vamos saber um pouco mais sobre A Dupla Protetora da Casa Própria do Siris (entenderão quando ouvirem as músicas):


"Somos uma dupla (incrivelmente, composta por duas pessoas), e nos propomos a fazer rock com voz, guitarra, bateria e barulhinhos mais - mas não tocamos covers de White Stripes, embora eles nos influenciem um bocadinho. Assim como nos influenciam trios (como o Silverchair e o Fall Of Troy), quádruplos (como o Arctic Monkeys), alguns músicos mais solitários (como o Hermeto Pascoal, o Yann Tiersen e o Arrigo Barnabé) e até um sétiplo (como o Língua de Trapo).
Em suma, neste primeiro momento é importante dizer que acreditamos que, tendo boas ideias e disposição para tocá-las (literalmente) adiante, o número de pessoas empunhando instrumentos musicais não é um fator a se preocupar.
Por isso fazemos essas músicas, tocamos estes instrumentos e os fazemos a dois: é o que nos soa mais sincero.
A partir do diálogo com personagens, que podem existir ou não, buscamos nas letras cantarolar temas (nem sempre) recorrentes: como o rapaz machão e durão, cuja força não sobrevive sem o suplemente muscular sabor baunilha que a mamãe lhe dá.
Já na melodia, é mais fácil nos explicar pelo que não somos: não prometemos erudição ou um experimentalismo refinado, ousaríamos dizer que os instrumentos estão mais para brinquedos nas mãos de crianças curiosas, cheias de ideias e saborosas referências musicais."



Recentemente a banda lançou seu primeiro CD intitulado: Primeiros Deboches. Que pode ser ouvido inteiramente, neste link Ouve ai Zababô Zebrinha

CD feito em pelo processo de Xilogravura (nas mãos do mascote)

Muita Música e Arte Urbana com Abunay

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Boa tarde, pessoal!
Começo de semana, então começaremos com uma ótima postagem para vocês.


André Jundi "Abunay", nasceu em Guarulhos-SP em 1979, mas atualmente reside em Marília-SP.  Sua mãe tinha uma loja de discos, e desde pequeno se interessou por música. Começou a tocar violão,  passou para a bateria e depois para o IG&T. Abunay participou de várias bandas na adolescência, mas sua maior paixão se mostrou ser nos Pickups, onde foi introduzido como ajudante de um Dj de House, em 1994/95. Ele gostou tanto que abandonou as bandas de vez e hoje em dia se aventura apenas nos toca discos. André não é o tipo de Dj que produz músicas, mas sim do tipo Selecta, de festas. Atualmente ele tem um programa de radio web chamado Na Garage, que acontece toda segunda-feira às 22h na B1-FM, e é o DJ do espaço cultural alternativo, Cão Pererê. Ele também acha tempo para se dedicar à Arte de Rua, faz Stencils desde sua adolescência, que aprendeu com um amigo chamado Claudio Donato que morava perto de sua casa em Garulhos. E colabora em uma oficina de Grafite, Stencil e Arte Urbana, que acontece as quartas-feiras na Oficina Cultural Tarsila do Amaral em Marília. Entretanto, ele sempre praticou a pintura e aos 8 anos, ganhou o titulo de Artista Plástico Profissional pela associação do ABCD. Já expôs suas obras em diversos países da América Latina e também no México. Ainda por cima, ele tem 3 livros publicados . 2 deles com contos, pela editora Andross, e o outro como ilustrador, pela editora Humanitás. 


Então, vamos logo ver os seus trampos!




O Som Instrumental de Marco Nalesso e A Fundação

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Olá!
O Criatividade Comum conferiu o som e aprovou! Agora é a sua vez de curtir o som instrumental de Marco Nalesso e A Fundação!


"Com o pé aqui, a alma no groove e a cabeça no espaço."


Aterriza em SP o multi-instrumentista Marco Nalesso, com acordes funkeados, efeitos atmosféricos e samplers guardados em uma bagagem musical que não dá para botar defeito. Nalesso é um profundo pesquisador musical, compositor incansável, apaixonado pelo inusitado e por ficção científica.

A Fundação, banda que acompanha o guitarrista, funciona como um laboratório de combinações rítmicas, que explora novas sonoridades complementando ritmos estrangeiros com os puramente brasileiros. Groove, funk, rock, hip-hop e jazz são encorpados por percussões de samba, maracatu, capoeira, latinas e terminações experimentais.

Nada disso é regra. Desde o começo, a banda escolheu não ter rótulos, a não ser o instrumental. “Fazemos música plural” é o mais próximo que a banda chega de uma definição, que passa por sonoridades dançantes, espaciais e pesadas com harmonia e sem preconceito.

Juntos, eles buscam expandir a experiência através da desconstrução das bases, improvisações livres, climatizações e diálogos com outras consciências artísticas. Todas maneiras de criar uma trilha sonora que amplie o campo sensorial do público e dos próprios artistas - sem muita erudição e com sentimento de sobra.

Denso, hipnotizante e explosivo, Marco Nalesso e A Fundação é essencial para quem quer mais dessa experiência tão imensa que é a música.



Três Vezes Grande - O disco